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11 novembro 2017

Swing - A troca de casais

Você sabe o que é Swing?
Muita gente acredita que swing é qualquer prática sexual que fuja do convencional, que envolva brinquedos, ou terceiros, e tem até quem confunda Swing com bondage. Mas o mais correto é afirmar que o Swing é puramente a pratica de promover a troca de casais, que pode ser feita de forma total ou parcialmente.



Como assim?
Bem, imagine dois casais participando de um swing. Isso quer dizer que as mulheres podem literalmente trocar de parceiros, o que caracteriza troca total. Ou elas podem interagir entre si, enquanto que seus parceiros participam da relação apenas como voyers ou seja, observando. O que se classifica o swing como de troca parcial. E há também as modalidades hard e soft, que distinguem as praticas sexuais que envolvem outras fantasias, ou puramente a troca.
Mas o Swing não se limita apenas á troca de casais, e é por isso que muita gente confunde a definição do termo. Afinal, na casa de swing, por exemplo, as fantasias são as mais diversas, e as possibilidades podem ser ainda mais quentes.


A casa de swing




Elas são muitas, e estão espalhadas por todo o Brasil. A cada ano o públicoswinger aumenta, e isso significa melhorias nas estruturas das casas, altos padrões de qualidade e assessoria completa para os novos visitantes.
Mas ainda assim, quando um desavisado visita uma casa de swing, percebe que a princípio se trata de uma boate comum. Com tudo o que se pode esperar de um lugar para curtir a noite. Com bar, palco para shows,Dj , pole dance...
Mas é só mergulhar um pouco mais nesse ambiente descontraído e dançante, para perceber que lá dentro, outros corredores e salas sugestivas, levam o visitante para uma atmosfera muito mais misteriosa e sensual. E é dentro dessas salas privadas que a o swing realmente acontece, e se você pensa que lá só há espaço para a troca de casais, bom, talvez seja melhor pensar de novo.

O Swing e o fetishe andam de mãos dadas.




Na parte reservada das casas de swing existe um corredor repleto de saletas individuais que compõe o setor conhecido como: Labirinto.
Esse espaço é diferente em cada casa. Mas em suma, o labirinto é um corredor escuro, sinuoso e por trás de cada porta, revela uma infinidade de ambientes com decorações mais diversas, propícios para os mais ousados tipos de fetishes.
É no labirinto que o casal decide que tipo de modalidade de fantasia deseja praticar. Há salas para ficar sozinhos curtindo fantasias á dois. Salas com escotilhas para quem gosta de platéia, ou para quem prefere somente observar. Também tem salas coletivas para compartilhar fantasias em grupo maiores, e até salas de cinema, onde as camas substituem as poltronas, enquanto filmes picantes são transmitidos nas telonas.
E é claro, há também os preferidos e já clássicos, ambientes blackout, onde o que acontece lá dentro, sequer é visto por quem participa, o que aumenta o segredo e estimula todos os sentidos.

O swing e o casamento


Dentro da casa de swing nada é condenável e a imaginação pode ganhar forma sem sofrer os julgamentos que a moral obriga aqui, no mundo exterior.
Por isso, especialistas afirmam que os casais que compartilham de experiências sexuais ousadas, como as que as casas de swing propõem, acabam levando mais prazer e harmonia ao relacionamento. Que por isso,pode durar muito mais tempo.
Afinal de contas, as fantasias realizadas a dois, na casa de swing, somam como atrativos a mais para aumentar a sensação de cumplicidade do casal. E o mundo do swing inspira esses casais a irem cada vez mais longe, se conhecendo mutuamente, e trabalhando juntos pela satisfação um do outro. 
Por exemplo: Todo o casal que participa de swing recebe um codinome. Um apelido que os identifica dentro da casa. Esse sistema ajuda a aumentar o sentimento de união,que transpassa os limites do sexo e ganha espaço no relacionamento. O que muitas vezes pode tornar o casamento mais sólido, e a relação mais leve e interessante. Os apelidos são os mais variados possíveis, divertidos, ousados, e só podem ser usados ali, dentro da casa de swing.

Quem são os Swingers?





Liberte-se dos estereótipos. Pessoas que participam do swing, ou Swingers, não necessariamente são pessoas promíscuas e que não respeitem relacionamentos sérios. Na verdade o swing é um Universo muito particular, onde é permitido realizar fantasias pouco convencionais e que nada têm relação com a forma com que o casal encara os relacionamentos externos.
Ou seja, participar do swing não transforma ninguém em pessoa “menos respeitável”.  Afinal de contas a instituição marital com o modelo exclusivamente monogâmico, só ganhou força com o aumento da religião cristã na idade média, e antes disso, os relacionamentos eram muito mais livres de conceitos de fidelidade como conhecemos hoje.
Swingers são pessoas como eu e você, que trabalham, vão ao cinema, são presentes de natal, pagam suas contas de luz e internet e vivem normalmente. Então lembre-se, nada de preconceitos, as pessoas são diferentes e nisso somos iguais.

7 Coisas que você não sabia sobre Swing


Aí vais uma lista de sete coisas que você precisa saber, antes de visitar uma casa de swing:

1- Nada de homens solteiros.

Em muitas casas, homens sozinhos podem pagar muito mais caro do que casais. Enquanto que em outras, a entrada de homens desacompanhados é expressamente proibida.

2- O que acontece no swing, fica no swing.

O swing funciona como um segredo compartilhado pelas pessoas que participam dessa atmosfera. Isso quer dizer que mesmo que você encontre os swingers em contextos externos, como em restaurantes, lojas e etc, é expressamente proibido tocar no assunto.

3-Não sou obrigada!

Ninguém é obrigado a fazer sexo dentro da casa de swing. Inclusive há uma alta incidência de voyers, pessoas que vão apenas para assistir as relações.

4-Elas são rainhas

Dentro das fantasias realizadas nos labirintos, frequentemente a mulher é quem domina as relações sexuais. E os parceiros masculinos só podem propor atividades que sejam autorizadas por elas.

5-Maturidade emocional

Para conseguir aproveitar bem as experiências é preciso ter maturidade emocional para separar sexo de amor. Por isso, o swing é um excelente exercício para quem precisa trabalhar o ciúme excessivo.

6-Swing não é bagunça.

O Swing tem regras que envolvem garantias de consensualidade, sanidade e segurança. Ou seja, não é permitido práticas que ameacem a segurança dos participantes, que envolvam alucinógenos que alterem o grau de consciência, e todos os participantes precisam estar plenamente de acordo com as práticas propostas.

7-É um clássico

As casas de swing existem desde a antiguidade. Pinturas egípcias e gregas relatam ambientes onde esposas faziam sexo com os amigos de seus maridos, enquanto que os seus maridos também tinham relações ousadas com as esposas de seus companheiros. É claro que as atividades aconteciam de maneira velada, mas outros fetishes também eram relatados nessas pinturas, e algumas chegam a exibir o uso de brinquedos sexuais.

Pratique a liberdade


Agora que você já sabe tudo sobre Swing, pesquise na sua cidade uma casa reconhecida e faça uma visita sem pressa, para descobrir mais sobre seu parceiro ou parceira, e se divertir da forma que vocês dois desejarem.  Afinal de contas a liberdade que o swing proporciona, merece ao menos uma experimentação, não é mesmo? 



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