01 outubro 2015

Compulsão alimentar, Entenda a doença

O que pode estar por trás do transtorno alimentar!
Compulsão alimentar, distúrbio ou transtorno de compulsão alimentar. Estes são alguns dos nomes apresentados para este problema que leva a obesidade.
Pessoas que sofrem desta doença comem grandes quantidades de alimentos em um curto espaço de tempo.
A compulsão alimentar fica incontrolável e o sofrimento é grande. Mulheres sofrem mais deste transtorno que os homens.
A principal característica da compulsão alimentar é a compulsão alimentar periódica, as crises para comer. Nada pode traduzir o termo compulsão alimentar.
Nesses períodos, as ações e sensações sobre o vício da comida são afetados e não possuem qualquer controle.  Eles continuam a se alimentar, mesmo quando o estômago está cheio, o que provoca muitas dores.





Estes ataques compulsivos acontecem pelo menos duas vezes por semana, mas também podem acontecer por mais vezes.
Os comedores compulsivos não possuem restrições, de acordo com Freitas, inicialmente o ato de comer é uma espécie de relaxamento ou alívio, mas depois eles sentem vergonha ou ficam irritados e deprimidos.  
O sentimentos de vergonha faz com que os pacientes fiquem muito tempo sem  procurar ajuda.


Círculo Vicioso - Compulsão alimentar produz culpa


Em contraste com a Bulimia, as pessoas com transtorno de compulsão alimentar não querem se livrar do alimento. Compensam a alta ingestão calórica praticando medidas extremas como: abuso de laxantes, jejum e vômitos.
As pessoas são afetadas e sofrem com os efeitos da compulsão e com sentimentos de culpa. Experimentam a depressão porque sentem culpa e percebem a sua falta de controle sobre os sintomas..
A tensão psicológica é muito grande e semelhante à bulimia e a anorexia.
Embora as causas subjacentes sejam obscuras, como em outros distúrbios alimentares, especialistas sugerem uma combinação de diversos fatores.
Haveriam gatilhos específicos para desencadear a compulsão alimentar que seriam emoções extremas tais como: tristeza, raiva e frustração.
A insatisfação com a imagem e uma supervalorização da aparência podem promover o transtorno alimentar. 





Outros fatores de risco são a baixa auto-estima, sintomas depressivos, pouco apoio social e emocional de comer.
A compulsão alimentar se reflete na balança
A ingestão calórica é grandemente aumentada, devido a alimentos que contêm grandes quantidades de calorias, fazendo com que o transtorno de compulsão alimentar provoque um ganho de peso progressivo. 
Pacientes com um IMC acima de  25 são considerados com sobrepeso e as pessoas obesas tem um índice de massa corporal acima de 30.
Além do estresse mental, o transtorno alimentar causado pelo excesso de peso pode causar perigos físicos tais como a pressão arterial elevada, se não for tratada no início.
A definição e o diagnóstico do transtorno de compulsão alimentar causou muita polêmica. .Mas agora a doença é reconhecida e, portanto, possui a necessidade de tratamento.






Hoje, cerca de dois ou três por cento da população é afetada pelos transtornos alimentares. As mulheres sofrem mais frequentemente com a compulsão alimentar.
Nos dias atuais, cerca de quatro e nove por cento dos que estão obesos sofrem com a compulsão alimentar. O quadro clínico mostra quase duas vezes mais mulheres que homens.
Para obter um controle sobre o transtorno da compulsão alimentar, primeiramente os pacientes precisam aceitar que eles têm um distúrbio alimentar e que precisam de ajuda.
O compulsivo sofre sozinhos com os seus transtornos, há uma pequena chance dos parentes detectarem a doença.
Caso busque ajuda, o paciente tem boas chances de tratar o seu transtorno. O vício em comida pode ser tratado com terapia comportamental e psicoterapia, por exemplo.
Também podem ser usados antidepressivos para o ciclo vicioso, para romper as frustrações e as crises de alimentação. Existem clínicas e grupos de apoio especializados no tratamento de transtornos alimentares para a reeducação alimentar.




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